domingo, 29 de setembro de 2013

Serviços Uteis Gauchada

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http://www.tudofacil.rs.gov.br/




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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Dicionário Gaúches





Para quem Tem dificuldade , quando esta Conversando  com Um gaúcho , esta ai o Dicionário Gaúches ...

Duvidas , blogueirovip@gmail.com




A:
A CABRESTO: Conduzido pelo cabresto, submetido.
A LA CRIA: Ao Deus-dará, à aventura. Foi-se a la cria, significa foi-se embora, foi-se ao Deus-dará, caiu no mundo.
A LA PUCHA: Exprime admiração, espanto.
A LAÇO E ESPORA: Com muita dificuldade, com muito esforço, vencendo grandes obstáculos.
À MEIA GUAMPA: Meio embriagado, levemente ébrio.
ABICHORNADO: adj. Aborrecido, triste, desanimado.
ABRIR CANCHA: Abrir espaço para alguém passar.
ACHEGO: Amparo, encosto, proteção.
AÇOITEIRA: Parte do relho ou rebenque, constituída de tira ou tiras de couro, trançadas ou justapostas, com a qual se castiga o animal de montaria ou de tração.
ACOLHERAR: Unir dois animais por meio de uma pequena guasca amarrada ao pescoço. Unir, juntar, com relação a pessoas.
AFEITAR: Cortar a barba.
AGREGADO: Pessoa pobre que se estabelece em terras alheias, com autorização do respectivo dono, sem pagar arrendamento, mas com determinadas obrigações, como cuidar dos rebanhos, ajudar nas lidas de campo e executar outros trabalhos.
ÁGUA-BENTA: Cachaça, destinada a ser bebida ocultamente.
ÁGUA-DE-CHEIRO: Perfume, extrato.
AJOJO: Tira de couro fina que une dos bois pelas guampas.
ALAMBRADO: Aramado. Cerca feita de arame para manter o gado nas invernadas ou potreiros.
ANCA: Quarto traseiro dos quadrúpedes. Garupa do cavalo. O traseiro do vacum. Anta
APORREADO: Cavalo mal domado, indomável, que não se deixa amansar. Aplica-se, também ao homem rebelde.
ARAPUCA: Armadilha para pegar passarinhos. Trapaça.
ARRASTAR A ASA: Paquerar.
ARREIOS: Conjunto de peças com que se arreia um cavalo para montar.
AZUCRINADO: Incomodado.

B:
BADANA: Pele macia e lavrada que se coloca, na encilha do cavalo de montaria, por cima dos pelegos ou do coxonilho, se houver.
BAGUAL: Cavalo manso que se tornou selvagem. Reprodutor, animal não castrado.
BAH: Abreviação de barbaridade. Expressão usada para demonstrar surpresa, indignação.
BAIXEIRO: Espécie de lã, integrante dos arreios, que põe no lombo do cavalo, por baixo da carona.
BATER AS BOTAS: Morrer.
BICHEIRA: Ferida nos animais, contendo vermes depositados pelas moscas varejeiras. Para sua cura, além de medicação, são largamente utilizadas as simpatias e benzeduras.
BIDÊ: Mesinha de cabeceira (aportuguesado do francês bidet).
BIRIVA: Nome dado aos habitantes de Cima da Serra, descendentes de bandeirantes, ou aos tropeiros paulistas, os quais geralmente andavam em mulas e tinham um sotaque especial diferente do da fronteira ou da região baixa do Estado. Var.
BÓIA: Comida
BOLICHO: Casa de negócios de pequeno sortimento e de pouca importância. Bodega. Bolicheiro
BRAÇA-DE-SESMARIA: Media antiga, de superfície, usada no Rio Grande do Sul. A braça-de-sesmaria mede 2,20 m por 6.600 m ou seja 14.520 metros quadrados.
BROCHA: É feito de couro cru torcido e é usado para prender os bois aos canzis.
BRUACA: Mulher feia. Utensílio que é colocado um de cada lado na cangáia no lombo do cavalo ou na mula para transportar alimentos, prática muito utilizada na época que não havia estradas e nem veículos para fazer o transporte.
BUENACHA: Boa.

C:
CABRESTO: Peça de couro que é apresilhada ao buçal para segurar o cavalo ou o muar. Cachaço
CACHO: A cola, o rabo do cavalo.
CAGAÇO: Grande susto, medo.
CAJU: Confronto entre os times do Caxias e do Juventude (Caxias do Sul).
CAMBICHO: Apego, paixão, inclinação irresistível por uma mulher.
CAMPO DE LEI: Campo de ótima qualidade.
CANGA: É feito de madeira que é colocado no pescoço de dois bois carreiros para puxar carreta ou arado.
CANZIL: É feito de madeira, que é colocado na canga para prender no pescoço dos bois carreiros.
CAPÃO: Diz-se ao animal mal capado. Indivíduo fraco, covarde, vil. Pequeno mato isolado no meio do campo.
CAPATAZ: Administrador de uma estância ou de uma charqueada. Pessoa que nas lides pastoris é incumbida de chefiar o pessoal.
CARBOTEIRO(A): Alguém difícil, que não dá bola.
CARREIRA: Corrida de cavalos, em cancha reta. Quando participam da carreira mais de dois parelheiros, esta toma o nome de penca ou califórnia.
CAUDILHO: Chefe militar. Manda-chuva.
CAVALO DE LEI: Animal muito veloz, capaz de percorrer duas quadras (264m) em 16 segundos ou menos.
CHALANA: Embarcação ou Lancha grande e chata.
CHAMBÃO: Otário.
CHARLA: Conversa.
CHASQUE: Recado, mensagem.
CHIMANGO: Alcunha dada no Rio Grande do Sul aos partidários do governo na Revolução de 1929.
CHINA: Descendente ou mulher de índio, ou pessoa de sexo feminino que apresenta alguns dos traços característicos étnicos das mulheres indígenas. Cabloca, mulher morena. Mulher de vida fácil. Esposa.
CHINOCA: Mulher.
CINCHA: Peça dos arreios que serve para firmar o lombilho ou o serigote sobre o lombo do animal.
COLHUDO: Cavalo inteiro, não castrado. Pastor. No sentido figurado, diz-se do sujeito valente, que enfrenta o perigo, que agüenta o repuxo.
CREDO: Exclamação de espanto.
CUIUDO: O mesmo que colhudo.
CUPINCHA: Companheiro, amigo.
CUSCO: Cão pequeno, cão de raça ordinária. O mesmo que guaipeca, guaipé.

D:
DAGA: Adaga, facão.
DAÍ TCHÊ: Oi.
DE VEREDA: Imediatamente, de momento, de uma vez.
DOBRAR O COTOVELO: Beber, levar o copo à boca.
DOMA: Ato de domar. Ato de amansar um animal xucro.
DOMADOR: Amansador de potros. Peão que monta animais xucros.
DURO DE BOCA: Diz-se do animal que não obedece à ação das rédeas.
DURO DE PELEAR: Difícil de fazer, trabalhoso.
E:
EMBRETADO: Encerrado no brete, metido em apertos, apuros ou dificuldades. Enrascado, emaranhado.
ENTREVERO: Mistura, desordem, confusão de pessoas, animais ou objetos.
ERVA-CAÚNA: Variedade de erva mate de má qualidade, amarga.
ERVA-LAVADA: Erva já sem fortidão por ter servido para muitos mates.
ESTAR COM O DIABO NO CORPO: Estar furioso. Estar insuportável.
ESTAR COM O PÉ NO ESTRIBO: Estar prestes a sair.
ESTRELA-BOIEIRA: Estrela d´Alva.
ESTRIBO: Peça presa ao loro, de cada lado da sela, e na qual o cavaleiro firma o pé. Estropiado
F:
FACADA: Pedido de dinheiro feito por indivíduo vadio, incapaz de trabalhar, que não pretende restituí-lo.
FACHO: O ar livre. Usado na expressão sair do facho.
FATIOTA: Terno; Conjunto de roupas do homem
FAZER A VIAGEM DO CORVO: Sair e demorar muito a regressar.
FIAMBRE: Alimento para viagem, geralmente carne fria, assada ou cozida.
FLETE: Cavalo bom e de bela aparência, encilhado com luxo e elegância.
FUNDA: Estilingue, bodoque.
G:
GADARIA: Porção de gado, grande quantidade de gado, o gado existente em uma estância ou em uma invernada.
GADO CHIMARRÃO: Gado alçado, xucro, sem costeio.
GALPÃO: Construção existente nas estâncias, destinadas ao abrigo de homens e de animais. O galpão característico do Rio Grande do Sul é uma construção rústica, de regular tamanho, em geral de madeira bruta e parte de terra batida, onde o fogo de chão está sempre aceso. Serve de abrigo e aconchego à peonada da estância e a qualquer tropeiro ou gaudério que dele necessite.
GATO: Bebedeira, porre, embriaguez.
GAUDÉRIO: Pessoa que não tem ocupação séria e vive à custa dos outros, andando de casa em casa. Parasita. Amigo de viver à custa alheia.
GRAXAIM: Guaraxaim, sorro, zorro. Pequeno animal semelhante ao cão, que gosta de roer cordas, principalmente de couro cru e engraxadas ou ensebadas, e de comer aves domésticas. Sai geralmente à noite. É muito comum em toda a campanha. Gringo
GRENAL: Confronto entre os times do Grêmio e Internacional (POA).
GUAIACA: Cinto largo de couro macio, às vezes de couro de lontra ou de camurça, ordinariamente enfeitado com bordados ou com moedas de prata ou de ouro, que serve para o porte de armas e para guardar dinheiro e pequenos objetos.
GUAIPECA: Cão pequeno, cusco, cachorrinho de pernas tortas, cãozinho ordinário, vira-lata, sem raça definida. Pequeno, de minguada estatura. Aplica-se também às pessoas, com sentido depreciativo.
GUAPO: Forte, vigoroso, valente, bravo.
GUASCA: Tira, corda de couro cru, isto é, não curtido; Homem rústico, forte, guapo, valente.
GUASQUEAÇO: Pancada, golpe dado com guasca. Relhaço, relhada, chicotada, chibatada, correada, açoite.
GURI: Criança, menino, piazinho, serviçal para trabalhos leves nas estâncias.
H:
HÁ CACHORRO NA CANCHA: Significa que há alguma coisa atrapalhando a execução de determinado plano.
HARAGANEAR: Andar solto o animal por muito tempo, sem prestar serviço algum.
I:
IGUARIA: Culinária.
INVERNADA: Grande extensão de campo cercado. Nas estâncias, geralmente, há diversas invernadas
J:
JUIZ: Pessoa que julga a chegada dos parelheiros, nas carreiras, em cada laço. O mesmo que julgador.
JURURU: Cabisbaixo, tristonho, abatido.
L:
LÁBIA: Habilidade de conversa.
LAMBE ESPORAS: Indivíduo bajulador; leva e traz.
LASQUEADO: Trouxa.
LÉGUA: Medida itinerária equivalente a 3.000 braças ou 6.600 metros. O mesmo que légua de sesmaria.
M:
MACANUDO: Designa alguém bonito ou algo legal.
MALEVA: Bandido, malfeitor, desalmado. Cavalo infiel, que por qualquer coisa corcoveia.
MALUDO: Cavalo inteiro, garanhão. Diz-se do animal com grandes testículos. Mangueira
MANOTAÇO: Pancada que o cavalo dá com uma das patas dianteiras, ou com ambas. Bofetada, pancada com a mão dada por pessoa.
MARICA: Gay, boiola, abichornado.
N:
NEGRINHO: Designação carinhoso que se dá a crianças ou a pessas que se tem afeição
NUM UPA: Num abrir e fechar de olhos, de golpe, rapidamente.
O:
OIGALÊ: Exprime admiração, espanto, alegria.
ORELHANO: Animal sem marca, nem sinal.
P:

PANDORGA : Pipa 
PAISANO: Do mesmo país. Amigo, camarada.
PALANQUE: Esteio grosso e forte cravado no chão, com mais de dois metros de altura e trinta centímetros aproximadamente de diâmetro, localizado na mangueira ou curral, no qual se atam os animais, para doma, para cura de bicheiras ou outros serviços. Papudo
PASSAR UM PITO: Repreender, descompor.
PATRÃO: Designação dada ao presidente de Centro de Tradições Gaúchas (CTG). Patrão-Velho
PELEA: Peleja, pugilato, contenda, briga, rusga, disputa, combate.
PELEAR: Brigar, lutar, combater, pelejar, teimar, disputar.
PETIÇO: Cavalo pequeno, curto, baixo.
PIÁ: Menino, guri, caboclinho.
PIQUETE: Pequeno potreiro, ao lado da casa, onde se põe ao pasto os animais utilizados diariamente.
PONCHO: Espécie de capa de pano de lã, de forma retangular, ovalada ou redonda, com uma abertura no centro, por onde se enfia a cabeça. É feito geralmente de pano azul, com forro de baeta vermelha. É o agasalho tradicional do gaúcho do campo. Na cama de pelegos, serve de coberta. A cavalo, resguarda o cavaleiro da chuva e do frio. Pô Tchê
POTRILHO: Animal cavalar durante o período de amamentação, isto é, desde que nasce até dois anos de idade. Potranco, potreco, potranquinho.
Q:
QUE TAL?: Tudo bem?
QUEIXO-DURO: Cavalo que não obedece facilmente a ação das rédeas.
QUERO-MANA: Denominação de antigo bailado campestre, espécie de fandango. Canto popular executado ao som de viola.
R:
REBENQUE: Chicote curto, com o cabo retocado, com uma palma de couro na extremidade. Pequeno relho.
REGALO: Presente, brinde.
RELHO: Chicote com cabo de madeira e açoiteira de tranças semelhantes a de laço, com um pedaço de guasca na ponta.
REPONTAR: Tocar o gado por diante de um lugar para outro.
REPONTE: Ato de tocar por diante o gado de um lugar para o outro.
S:
SAIR FEDENDO: Fugir à disparada.
SANGA: Pequeno curso d'água menor que um regato ou arroio.
SELIN: Sela própria para uso da mulher.
SESMARIA: Antiga medida agrária correspondente a três léguas quadradas, ou seja a 13.068 hectares. São 3000 por 9000 braças, ou 6.600 por 19.800 metros, ou ainda, 130.680.000 metros quadrados.
SOGA: Corda feita de couro, ou de fibra vegetal, ou ainda de crina de animal, utilizada para prender o cavalo à estaca ou ao pau-de-arrasto, quando é posto a pastar. Corda de couro torcido ou trançado, que liga entre si as pedras das boleadeiras. O termo é usado também em sentido figurado.
SURUNGO: Arrasta pé, baile de baixa classe, caroço.
T:
TACO: Diz-se ao indivíduo capaz, hábil, corajoso, guapo.
TAIPA: Represa de leivas, nas lavouras de arroz. Cerca de pedra, na região serrana. Taita
TALA: Nervura do centro da folha do jerivá. Chibata improvisada com a tala do jerivá ou com qualquer vara flexível.
TALAGAÇO: Pancada com tala. Chicotaço.
TALHO: Ferimento.
TAPERA: Casa de campo, rancho, qualquer habitação abandonada, quase sempre em ruínas, com algumas paredes de pé e algum arvoredo velho. Diz-se da morada deserta, inabitada, triste.
TCHÊ: Meu, principalmente referindo-se a relações de parentesco.
TIRADOR: Espécie de avental de couro macio, ou pelego, que os laçadores usam pendente da cintura, do lado esquerdo, para proteger e o corpo do atrito do laço. Mesmo quando não está fazendo serviços em que utilize o laço, o homem da fronteira usa, freqüentemente, como parte da vestimenta, o seu tirador, que por vezes é de luxo, enfeitado com franjas, bolsos e coldre para revólver.
TOSA: Tosquia, toso, esquila.
TRADIÇÃO GAÚCHA: Vocábulos usados no plural, significando o rico acervo cultural e moral do Rio Grande do Sul no campo literário, folclórico, musical, usanças, adagiário, artesanato, esportes e atividades culturais.
TRAMPOSO: Intrometido, trapaceiro, velhaco.
TRANCO: Passo largo, firme e seguro, do cavalo ou do homem.
TREM: Sujeito inútil.
TRÊS-MARIAS: Boleadeiras.
TRONQUEIRA: Cada um dos grossos esteios colocados nas porteiras, os quais são providos de buracos em que são passadas as varas que as fecham.
TROPEIRO: Condutor de tropas, de gado, de éguas, de mulas, ou de cargueiros. Pessoa que se ocupa em comprar e vender tropas de gado, de éguas ou de mulas. Peão que ajuda a conduzir a tropa, que tem por profissão ajudar a conduzir tropas. O trabalho do tropeiro é um dos mais ásperos, pois além das dificuldades normais da lida com o gado, é feito ao relento, dia e noite, com chuva, com neve, com minuano, com soalheiras inclementes, exigindo sempre dedicação integral de quem o realiza. Trovar
U:
UMA-DE-PÉ: Uma briga, conflito, luta.
USTED: Você. Usado só na fronteira.
V:
VACARIA: Grande número de vacas. Grande extensão de campo que os jesuítas reservavam para criação de gado bovino.
VARAR: Atravessar, cruzar.
VAREIO: Susto, sova, surra, repreensão.
VAZA: Vez, oportunidade.
VIL: Covarde, desanimado, fraco.
VIVENTE: Pessoa, criatura, indivíduo.
X:
XEPA: Comida.
XERENGA: Faca velha, ordinária.
XIRU: O mesmo que chiru.
XUCRO: Diz-se ao animal ainda não domado, bravio, arrisco.
Z:
ZARRO: Incômodo, difícil de fazer, chato.
ZUNIR: Ir-se apressadamente.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Mas Báh Tchê .. Onde faço a carteira de identidade Ou Tiro a Segunda Via ?

carteira de identidade pode ser feita nas unidades do TudoFácil ou a qualquer Posto de Identificação do Instituto Geral de Perícias/Departamento de Identificação (IGP/DI) no Estado do Rio Grande do Sul. A lista de locais pode ser conferida no site http://www.igp.rs.gov.br/images/stories/postos_di.pdf.
O cidadão precisa portar os seguintes documentos para fazer a carteira de identidade:
SOLTEIRO - apresentar Certidão de Nascimento original e legível ou cópia autenticada por tabelionato (autenticação deve ser original);
CASADOS/VIÚVOS - apresentar Certidão de Casamento original e legível ou cópia autenticada por tabelionato (autenticação deve ser original);
SEPARADOS JUDICIALMENTE OU DIVORCIADOS - apresentar Certidão de Casamento com a respectiva averbação original e legível ou cópia autenticada por tabelionato (autenticação deve ser original).

MENORES DE 16 ANOS - devem estar acompanhados de uma das seguintes pessoas: mãe, pai, avô(ó), guardião(ã), tutor(a), curador(a), e estes deverão portar a sua Carteira de Identidade.

Original CPF e PIS/PASEP: se desejar incluir o número destes documentos na Carteira de Identidade, conforme Decreto n° 98.963, de 16/02/1990.

Importante: Nas Unidades do TudoFácil e no Departamento de Identificação, na capital, não é necessário levar fotos, demais Postos de identificação levar UMA FOTO 3X4 RECENTE, SEM ADORNOS E FUNDO CLARO.

Obs:Não é necessário levar fotos  nos postos instalados em Alegrete, Alvorada, Bagé, Bento Gonçalves, Cachoeira do Sul, Cachoeirinha, Camaquã, Canoas, Carazinho, Caxias do Sul, Cruz Alta, Erechim, Esteio, Frederico Westphalen, Gramado, Gravataí, Guaíba, Ijuí, Lagoa Vermelha, Lajeado, Montenegro, Novo Hamburgo, Osório, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santa Rosa, Santana do Livramento, Santiago, Santo Ângelo, São Borja, São Gabriel, São Jerônimo, São Leopoldo, São Sepé, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Soledade, Taquara, Torres, Tramandaí, Três Passos, Uruguaiana, Vacaria, Venâncio Aires e Viamão.
Nesses locais a foto é feita no momento da solicitação do documento.

Valores das taxas:
• Primeira via: R$ 31,85 - isentos menores de 16 anos - 2,4520 UPF
• Segunda via: R$ 45,50 - isentos maiores de 65 anos - 3,5029 UPF